domingo, 2 de maio de 2010

Um coração feliz...

Foi isto que vimos no dia 24 de Abril de 2010

Dois corações felizes que se uniram em um só coração feliz, e como eles partilhavam connosco... 

' Um coração feliz é o resultado inevitável de um coração ardente de amor!'

Foi com muita alegria e emoção que vimos o nosso David a unir o seu coração à agora também nossa Ana! Num dia lindo, não faltaram risos, abraços, beijinhos (e muita comida,lool), mas também não faltaram as lágrimas... sim, as lágrimas de alegria por viver um dia tão especial.

Não podíamos deixar de vos desejar aqui, neste nosso espaço que a pouco e pouco volta a renascer das cinzas, as maiores felicidades do mundo!

Se hoje somos o que somos, devemos muito ao David, pela pessoa especial que ele é... e tu Ana és de certeza muito especial para ele te ter escolhido! É sempre bom ter mais gente na família (mesmo que não queiram, nós adoptamos sempre, lool)

E pronto, fica aqui a nossa pequena, mas sincera homenagem a este dia que de certo foi muito especial!

Parabéns aos Esposos!

Que de hoje em diante dancem sempre juntos a melodia do amor que vem de Deus!

Da vossa

Seara de Cristo

Mandai Senhor o Vosso Espírito

18 Abril 2010,


ansiedade... expectativa... euforia... nervosismo... sentimentos à flor da pele! Era dia de Crisma!

Lá estavam eles, mais bonitos que nunca, não pelo que vestiam, mas sim pela felicidade estampada nos rostos, pelos sorrisos que brotavam do coração e chegavam até nós...

Sete Crismandos, sete dons do Espírito Santo! Sete cores do arco íris, cada um com o seu brilho! Sete Searenses, ansiosos por receber o Espírito Santo, ansiosos por serem marcados com o óleo santo do Crisma...

A Micaela com a sua euforia característica, radiava alegria, no seu vestido branco...
A Alcione, sempre mais contida, mostrava-se visivelmente emocionada...
O Thierry, sempre sereno, sorria para o Pai...
A Joana estava incrivelmente calma e tranquila...
A Filipa irradiava alegria
O Rodrigo ansioso pelo momento...
A Daniela muito concentrada...

Todos eles se foram aproximando do Dom Anacleto, que efusivamente invocava o Espírito Paráclito sobre cada um deles...

Para nós, que já passamos por este momento, é sempre muito comovente ver aqueles que ajudamos a caminhar, a viver estes momentos com tanta alegria, com tanta vontade de ser Santo...

No final, a rodinha! Cantamos, distribuimos lembranças, mas mais que pin's ou velas, distribuímos comunhão e amizade, uma amizade que nos vem acompanhando ao longo destes 16 anos e que, independentemente da diferença de idades, vamos passando uns para os outros e de braços abertos vamos acolhendo aqueles que nos são entregues pelo Pai!

Que o Espírito sempre vos acompanhe e que sintam que isto é apenas mais um passo na vossa caminhada para Cristo... e se for a vontade d'Ele, esperemos que essa caminhada seja com a vossa

Seara de Cristo!

Parabéns aos 7!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Voa bem mais alto...

Há o tempo do dia e o tempo da noite.
Há a semana e o fim de semana.
Há o trabalho e o tempo livre.
Há a rotina e há a festa.
Há o tempo de cair e o tempo de crescer
Há o tempo da multidão e o tempo de mim
Há o tempo de pensar e o tempo de andar
Há o tempo de ver e o tempo de mudar




E tu? Queres arriscar?
Ele espera por ti... 07 a 09 de Maio na Casa do Oeste!

P.S. - Não se esqueçam de colocar as vossas reflexões!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A Quinta Feira da Espiga


O fenómeno de revitalização vegetativa, em que a natureza após a longa letargia invernal acorda, desabrochando numa sinfonia de vida, constituiu sempre para as populações arcaicas, um momento mágico e determinante da visão cósmica da existência. Momento aguardado com a ansiedade das perspectivas de novas colheitas mas, igualmente despoletador de dúvidas acerca da sua efectiva realização, este é o tempo em que chega a Primavera. Tempo sagrado, como todos os tempos de transição, nele se efectuavam, em épocas passadas, diversos cerimoniais cujas funções exprimiam a comemoração festiva do eclodir primaveril e, algumas vezes até, rituais de expulsão simbólica do Inverno que terminava. Neste sentido, realizaram-se durante séculos, por todo o mundo mediterrâneo, grandiosos festivais florais em que jovens nubentes se espalhavam pelos campos e, em alegre convívio cantavam e dançavam, e se enfeitavam com verduras e flores, num ritual ancestral de que o nosso “dia da espiga” constitui herdeiro directo, embora minorado. Poder-se-á dizer, então, que fazendo parte deste ciclo festivo da Primavera, a Quinta Feira da Ascensão, ou “da espiga”, corresponde à cristianização de um complexo de festividades pagãs ligadas à celebração e consagração da natureza. De facto para as sociedades primitivas, a regeneração vegetal, de que a agricultura é função, está dependente, em grande parte, das boas ou más vontades divinas e, em última instância, da maior ou menor fertilidade da terra-mãe. Não é portanto de admirar que este tempo vital, expresso no renascer das plantas, no desabrochar das árvores e na proliferação das flores e frutos, desencadeasse grandes manifestações de alegria, em que jovens se dirigiam para os campos, para aí, em comunhão com a natureza, festejarem e, naturalmente, adquirirem também eles as energias fecundantes que nesta altura fluíam em profusão.Mas o “dia da espiga” era também o “dia da hora”. Herdeiro de simbolismos primevos, este era um tempo particularmente sagrado. Um tempo por muitos considerado “o dia mais santo do ano”, em que se não devia trabalhar e em que “nada bulia”, em que as transgressões referentes ao trabalho se revelam estranhamente ineficazes, quando não se manifesta até outro tipo de sanção mais radical. Avultava, aí, uma hora em que as coisas possuíam especiais valências e singulares transcendências... o meio-dia! Essa é a hora em que os “as águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão não leveda e até as folhas se cruzam” configurando assim, devotadamente, o sinal da cruz”! De sacralismo tão intenso que, como se crê, na zona do Vale do Tejo, nem os “passarinhos vão ao ninho”! Ao meio-dia se deviam, então, colher as ervas que iam ser utilizadas na farmacopeia popular durante todo o ano. Ao meio-dia se deviam preferencialmente colher os diversos raminhos que no seu conjunto constituíam a “espiga”, temporalidade que por razões funcionais foi, em muitas zonas, caindo em desuso.É um tempo prodigioso, eivado de proibições e obrigações. Nalgumas aldeias acreditava-se que o pão cozido era sagrado, mantendo-se incorrupto até ao ano seguinte. Em casa “a espiga” era, e é, guardada atrás da porta ou junto da imagem de particular devoção. A mera existência numa habitação desse simples raminho, constitui poderoso e multifacetado amuleto. Para dar saúde, alegria e abundância e, especialmente, para que nessa casa nunca faltem os indispensáveis azeite e pão! Aliás, o seu sentido propiciatório era, em tempos idos, evidente e diversificado. Quando das trovoadas, um bocado posto a arder à lareira afastava os raios e oferecia protecção eficaz contra a tormenta. A este tempo estavam ainda ligadas as oferendas das “primícias” e as “benções dos campos”, nos nossos dias, por razões funcionais, de contornos institucionais mais ou menos litúrgicos e de temporalidade mais variada. Em muitas zonas do país, costumavam-se soltar, durante a missa, grupos de andorinhas que, paciente e delicadamente, se tinham apanhado nos dias anteriores, adornadas as mesmas com coloridas fitinhas e lacinhos vermelhos.Enfim, sejam ou não vistos, hoje, numa perspectiva canónica, fazendo ou não parte do imaginário popular, estas tradições que comemoram o desabrochar da Primavera são sempre tempos especiais na temporalidade mística das populações rurais mediterrâneas e, na sua coexistência com o sacralismo da terra-mãe, hierofania exemplar da sua relação com a esfera do sagrado.É o milagre da vida, que se renova periódica e inexoravelmente todos os anos. Da terra prenhe eclodem os frutos naturais. Semente divina, condição de sobrevivência, dádiva da fertilidade que as massas urbanas apenas, hoje, apreciam à distância!

terça-feira, 10 de março de 2009

A Quaresma: Voltarmo-nos para Deus

A Quaresma orienta o nosso pensamento, em primeiro lugar, para a imagem do deserto, aquele onde Jesus viveu quarenta dias de solidão ou aquele que o povo de Deus atravessou, caminhando durante quarenta anos. E, no entanto, quando chegavam estas semanas que precedem a Páscoa, o irmão Roger gostava de lembrar que esse não era um tempo de austeridade ou de tristeza, nem um período para alimentar a culpabilidade, mas sim um momento para cantar a alegria do perdão. Ele via a Quaresma como quarenta dias para nos prepararmos para redescobrir pequenas primaveras nas nossas vidas.
No início do Evangelho de São Mateus, quando João Baptista proclama «arrependei-vos!», ele quer dizer «voltai-vos para Deus!» Sim, durante a Quaresma, gostaríamos de voltar-nos para Deus para acolher o seu perdão. Cristo venceu o mal, e o seu perdão constante permite-nos renovar uma vida interior. É a uma conversão que somos chamados: não a voltarmo-nos para nós próprios numa introspecção ou num perfeccionismo individual, mas a procurar uma comunhão com Deus e também uma comunhão com os outros.
Voltarmo-nos para Deus! É verdade que, no mundo ocidental, tornou-se difícil, para algumas pessoas, acreditar em Deus. Elas vêem a existência de Deus como um limite à sua liberdade. Pensam que devem lutar sozinhas para construir a sua vida. Parece-lhes inconcebível que Deus os acompanhe.
No ano passado, fui visitar os nossos irmãos que vivem na Coreia há trinta anos. Durante o caminho, acompanhado por outro irmão, estive em encontros de jovens em vários países asiáticos. O que me marcou na Ásia foi o facto de a oração parecer natural. Nas diferentes religiões, as pessoas têm espontaneamente na oração uma atitude de respeito, ou mesmo de adoração.
Certamente, nestas sociedades não há menos tensões ou violências do que no Ocidente. Mas um sentido de interioridade é talvez mais acessível, um respeito perante o milagre da vida, pela criação, uma atenção ao mistério, a algo que vai para além do que podemos ver.
Como renovar uma vida interior descobrindo e voltando sempre de novo a descobrir uma relação pessoal com Deus? Há em todos nós uma sede de infinito. Deus criou-nos com este desejo de um absoluto. Deixemos viver em nós esta aspiração!
Entre os cânticos de Taizé, um deles expressa esta espera. A letra é de um poeta espanhol, Luis Rosales, inspirado por São João da Cruz: «De noite iremos e, para encontrar a fonte, só a sede nos ilumina.» Para algumas pessoas, o tempo da Quaresma é tempo de jejum. Não que a ascese tenha um valor por si própria, mas há em cada pessoa uma espera mais profunda do que as esperas superficiais, uma sede mais essencial. E essa sede pode iluminar o nosso caminho.
Se, por vezes, caminhamos de noite ou se atravessamos como que um deserto, não é para seguirmos um ideal. Seguimos uma pessoa: Cristo. Não estamos sozinhos, ele vai à nossa frente. Segui-lo implica um combate interior, com decisões a tomar, com fidelidades de toda uma vida. Neste combate, não nos apoiamos sobre as nossas próprias forças, mas abandonamo-nos à sua presença. O caminho não está traçado de antemão, implica também acolher surpresas, criar com o inesperado.
Deus não se cansa de retomar o caminho connosco. Podemos acreditar que uma comunhão com ele é possível e assim nunca nos cansamos de, também nós, retomar sempre de novo o combate. Não perseveramos para nos apresentarmos diante de Deus com o nosso melhor aspecto. Não, aceitamos avançar como pobres do Evangelho, que se confiam à misericórdia de Deus.
A Quaresma é um tempo que nos convida à partilha. Leva-nos a pressentir que não nos sentiremos realizados se não consentirmos a renúncias. Renúncias feitas por amor. Quando, noutra ocasião, Jesus se encontrava no deserto, cheio de compaixão por aqueles que o tinham seguido, multiplica cinco pães e dois peixes para alimentar cada pessoa. Que sinais de partilha podemos nós realizar?
O Evangelho valoriza a simplicidade de vida. Chama-nos a dominar os nossos próprios desejos para nos conseguirmos limitar, não por constrangimento mas por escolha. Este apelo é hoje muito actual, não somente em termos pessoais, mas na vida das nossas sociedades. A simplicidade escolhida livremente permite que os mais favorecidos resistam à corrida ao supérfluo e contribui à luta contra a pobreza imposta aos mais deserdados.
Durante este tempo da Quaresma, ousemos rever o nosso estilo de vida. Não para dar má consciência àqueles que não o fazem, mas com o propósito de sermos solidários com os mais desamparados. O Evangelho incentiva-nos a partilhar livremente, dispondo das coisas com beleza simples da criação.
Meditação do irmão Alois (taizé)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Uma vida Nova

Caros amigos seareiros

No passado fim de semana iniciei uma nova etapa na minha vida, à qual agora não posso mais chamar apenas minha...
Quero antes de mais agradecer a quantos partilharam comigo esse momento.
Quero acima de tudo estar disponivel para o que a Seara necessitar e estejam à vontade para o pedir, pois eu sou um pouco despassarado.

"Constroi a tua casa sobre a Rocha"

Um grande abraço em Cristo

David S.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Desabafo!

Olá amigos!
Antes de mais, aviso desde já que o mail será longo, mas peço-vos que tenham paciência de o ler até ao fim... É importante que de quando a quando se reflicta sobre a vida e o rumo que ela está a levar, contudo, quando se trata de um grupo é importante que essas reflexões sejam partilhadas, pois por vezes poderá a nossa vivência pessoal estar a interferir com a verdadeira visão das coisas, daí que antes de começar a falar do que quer que seja, gostaria que todos os que lessem este mail, dedicassem uns minutos a responder e a partilhar a sua opinião sobre a situação que entretanto irei falar e desbafar =D
Diz-nos os Actos dos Apóstolos no capitulo 2, versículo 46:
"Como se tivessem uma só alma, frequentavam diariamente o templo, partiam o pão em suas casas e tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração. Louvavam e Deus e tinham a simpatia de todo o povo. e o Senhor aumentava, todos os dias, o número dos que tinham entrado no caminho da salvação"
Estas palavras são acerca da primeira comunidade cristã, tida como uma comunidade modelo. A Igreja actual é feita de comunidades, pequenas partículas de um corpo tão grande que é a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Nós, somos membros de uma comunidade que é a Seara de Cristo, que deve a sua existência a uma comunidade, a comunidade da Achada.
Ao longo dos anos sempre agradecemos e comentámos todo o apoio que a comunidade nos dá, que é graças a ela que conseguimos ser o que somos. Contudo, nos últimos tempo venho reparando numa situação que me vem afligindo... Numa relação de amor, como o é a da Seara de Cristo com a Comunidade da Achada, é necessário que haja entrega das duas partes, mas acho que ultimamente essa entrega só vem deles para nós e não de nós para eles.
Quando decidimos fazer alguma coisa para juntar dinheiro, a comunidade apoia-nos a 100%, contudo, quando se trata do inverso da medalha e se trata do nosso apoio à comunidade, a "porca torce o rabo". Notei isso num gesto tão simples, mas de um importância extrema, e que provavelmente nem se dão conta da gravidade que tem. Ultimamente, a frequência de elementos da Seara de Cristo na Eucaristia tem sido reduzida, muito reduzida mesmo. Muitos não vêm, outros optam por ir a outros lados para poderem fazer outras coisas ao sábado à noite.
bem sei que o fundamental é a participação no mistério do Senhor Ressuscitado, independentemente do local. Contudo não sei se o independentemente do local será assim tão linear, porque começamos a entrar aqui numa questão do compromisso e do respeito para com aqueles que sempre nos amaram.
é triste entrar num Eucaristia e ver meia dúzia de jovens na Igreja, isso desmotiva a comunidade, que se começa a achar velha e a morrer. Nós, jovens somos os sentinelas do amanhã (como sabiamente referiu João Paulo II), é nosso dever zelar por aqueles que em tempos zelaram por nós e nos fizeram nascer. Sinto que o compromisso e a dedicação não são recíprocas. pensem nisto numa próxima vez que ponderarem faltar á Eucaristia na Achada, lembrem-se que há toda uma comunidade que espera ver a nossa participação, quer a ler, quer a cantar, ou simplesmente a estar e participar no mistério do corpo e sangue de Cristo.
Pronto, esta foi a primeira parte do meu desabafo, a que se segue prende-se com uma questão mais pessoal!
A minha vida pessoal já teve melhores dias e a minha busca de emprego deixa-me por vezes um pouco em baixo, contudo julgo que outros factores têm vindo a afectar esta situação e um deles prende-se exactamente com o grupo. Se eu estiver a exagerar (o que poderá ser reflexo de uma frustração pessoal) podem dizer, sem problemas. Sinto que ando um pouco a dedicar o meu tempo a um grupo que não anda a dar a mínima importância ao que realmente importa. Sinto que enquanto animador não tenho nada a dar ao grupo que acompanho e que os avisos que faço ou as sms que mando são levadas no gozo e como algo sem importância. Sinto que o estarem à sexta feira é só msm para estarem juntos enquanto amigos e não para participarem num processo de formação e crescimento na fé.
Sinto-me frustrado por ver um grupo de novos elementos com tanto potencial a morrer na praia, pois não existe um grupo de gente mais velha que eles sintam como modelo de caminhada. Bem sei que os mais velhos seguiram o rumo natural da vida e o seu caminho já não passa por uma caminhada tão efectiva na Seara de Cristo, e esses não têm nada a haver com esta situação... contudo, deveria existir um grupo intermédio que assegurasse a continuidade e neste momento sinto que essas pessoas estão completamente offline e desinteressadas. Peço desculpa por estar a generalizar, mas quando se fala de um grupo fala-se do todo, e quando uma parte está doente todo o corpo se ressente.
Mais tarde terei possibilidade de o fazer pessoalmente, mas coloco aqui o meu lugar de animador á disposição de quem sentir que consegue fazer alguma coisa, porque eu acho que não tenho nada a dar a este grupo, ou pelo menos é isso que me passam, pois o interesse é diminuto, chegando mesmo a ser apelidado de chato por tentar fazer uma caminhada, pois o que importa é a rambóia. Sei que têm muito para dar, sei que se esforçam por estar e participar, mas também sei que neste momento não sou a pessoa indicada, ou pelo menos é essa a mensagem que me passam... Custa-me fazê-lo, pois gosto bastante de todos vocês do grupo mais novo... Mas sei que o João fará um bom trabalho, provavelmente poderá dar-vos aquilo que vocês procuram neste momento.Se estiver enganado, corrijam-me, e não o digo para me bajularem porque correcção não é isso, correcção é dizer o que de facto é a realidade, e se não for esta que sinto então espero que sejam os primeiros a dizê-lo.
Quanto aquele grupo intermédio, o pessoal que cá anda à 5, 6, 7, 8 e 9 anos... é de vocês que precisamos agora, aliás, é de nós que eles precisam, pois não é justo descarregar tudo em cima daqueles que acabaram de acordar. Quando vim do retiro e com o aniversário, tudo parecia cor de rosa e tão bonito, estivemos bués nas actividades, mas rapidamente as coisas morreram.
é frustrante enviar sms a avisar das coisas e não receber respostas, sentir que acham que por estar desempregado tenho mais é de ser eu a fazer tudo o que há para fazer... Peço desculpa, mas sinto-me um bocado mal com a actual situação do grupo e acho que a solução passa por me afastar um pouco... vai-me custar mais a mim que a vocês, não estou a abandonar nada nem a dizer adeus, mas acho que se acomodaram demasiado à minha disponibilidade de tempo e ingenuamente e sem darem por isso se foram aproveitando da situação, sem sequer darem conta.
Gostava mesmo de obter respostas da vossa parte, ouvir ecos, principalmente sobre a primeira parte que é a mais preocupante. Respondam uma vez na vida a um mail, manifestem-se, porque a Seara de Cristo somos todos nós e é triste ver que deixamos os problemas passar aos nossos olhos de uma forma passiva.
E não poderia terminar este mail sem dizer que vos adoro a todos e qualquer pessoa que entre para Seara de Cristo é um membro da minha família, de uma família que sempre me deu os melhores momentos da minha vida. Vocês são a razão de provavelmente não desanimar de vez... Quando a Seara está mal, eu estou mal... Quando a Seara está feliz, eu estou feliz... Cada umd e vocês tem um cantinho no meu coração e são recordados de uma forma especial, todos sem qualquer tipo de excepção, porque para mim vocês são Cristo...
E desculpem se estou errado, se o estiver é fruto da minha frustração e espero que mo consigam mostrar e ver que não é nada disso que digo!
P.S - antes que digam alguma coisa, aviso que não sei colocar pontos e vírgulas =P
Sem mais, agradeço a vossa paciência
Coelho

terça-feira, 24 de junho de 2008

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Nada de especial...


Olá amigos...


Como já não dou notícias há muito tempo concerteza alguns acreditam que desapareci do mapa... desenganem-se... não se veêm livres de mim assim com duas cantigas.


Por cá está a correr tudo muito bem... e ainda mais este mês!!! A semana passada esteve cá a Ana e para a próxima vêm os meus pais. Em resumo será um mês de passeatas:-). Claro que isto tem o reverso da medalha... só vos voltarei a ver pessoalmente em Setembro.


É a vida... não somos nada... nada...


Mando-vos umas foto para verem as coisas bonitas que existem cá na Roménia... (quando voltar vemos as fotos todas...)


Bjs e abraços

David


domingo, 11 de maio de 2008

Depois do Aniversário...

Amigos...

Poucas palavras consigo dizer para exprimir o que foi este fim de semana... Parece-me viver um sonho de tão bom que foi!

E para arrancar sorrisos, deixo-vos com um pequeno miminho de algo que descobri pela internet

Vejam

http://www.acapela-group.com/Greetings/1-b8b6fa728655